domingo, 4 de outubro de 2009

O partido do aborto

O partido do aborto
(PT pune dois deputados acusados de combaterem a causa abortista)

“Ubi PT, ibi abortus” (onde está o PT, lá está o aborto), já dizia um velho provérbio chinês criado pelo Professor Humberto Leal Vieira, presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e membro da Pontifícia Academia Pró-Vida.

A história do aborto no Brasil confunde-se com a história do PT e de outros partidos de índole comunista, como o PC do B e o PPS.

Coube ao PT em 1989 a “glória” de ter instalado no município de São Paulo o primeiro (des)serviço de aborto financiado com o dinheiro público (Portaria 692/89). Isso ocorreu enquanto Luiza Erundina (do PT) era prefeita e enquanto Eduardo Jorge (do PT) era secretário de saúde.

Em 1991, o mesmo Eduardo Jorge, desta vez como deputado federal do PT por São Paulo, proporia, juntamente com Sandra Starling (deputada federal do PT por Minas Gerais) um projeto (PL 20/91) que pretendia obrigar todos os hospitais do SUS a imitarem o mau exemplo da capital paulista.

Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, o PT sempre liderou de longe a autoria de projetos abortistas, em nível tanto federal, como estadual e municipal. Para se ter uma idéia da liderança petista, em 2002 havia oito projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional com o objetivo de legalizar e/ou favorecer a prática do aborto. Seis eram de autoria do PT, um do PTB e um do PPB!

Com a ascensão de Lula à presidência da República, o que era ruim ficou pior. Em 2004, o Ministro da Saúde Humberto Costa lançou a Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Abortamento, toda ela voltada para fomentar a impunidade do aborto. Em 2005, ele fez uma reedição piorada da Norma Técnica “Prevenção e Tratamento dos Agravos da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes”, editada pela primeira vez em 1998 pelo então Ministro José Serra. No mesmo ano foi editada a Portaria 1145/2005, com a novidade de conter um formulário pronto, apto para a falsificação de estupros e o aborto em série.

Em 27 de setembro de 2005, a secretária especial de Políticas para Mulheres Nilcéa Freire entregou à Câmara dos Deputados o anteprojeto de descriminalização do aborto elaborado por uma Comissão Tripartite, em cuja participação a CNBB não foi admitida. A proposta normativa do governo, consagrando o aborto como um direito inalienável de toda mulher, e propondo sua total liberação, foi adotada em 04 de outubro de 2005 pela deputada Jandira Feghali (PC do B/RJ), como substitutivo ao Projeto de Lei 1135/91. A oposição pró-vida, porém, foi muito grande, e a votação do projeto ficou para o próximo mandato.

Em 22 de maio de 2006, o Partido dos Trabalhadores, em seu 13º Encontro Nacional, aprovou as “Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo do Partido dos Trabalhadores (Eleição presidencial de 2006)”, contendo como propósito para o segundo mandato a “descriminalização do aborto e a criminalização da homofobia” (item 35). Em 27 de setembro, atendendo às propostas do 13º Encontro Nacional do PT, o presidente Lula inclui em seu programa de governo 2007- 2010 a legalização do aborto: “criar mecanismos nos serviços de saúde que favoreçam a autonomia das mulheres sobre o seu corpo e sua sexualidade e contribuir na revisão da legislação(Programa Setorial de Mulheres, p. 19).

No segundo mandato, o governo Lula insistiu, sobretudo por meio do novo Ministro da Saúde José Gomes Temporão, em aprovar o Projeto de Lei 1135/91, dizendo e repetindo que “o aborto é uma questão de saúde pública”. A proposta, porém, foi rejeitada duas vezes: na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados por 33 votos a zero (em 07/05/2008) e na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) por 57 votos contra 4 (09/07/2008). Inconformado com a derrota, em 13/08/2008, o deputado José Genoíno (PT/SP) apresentou um recurso (Recurso 0201/08) para que o projeto abortista fosse apreciado pelo plenário da Câmara. Dos 66 deputados que assinaram o recurso, 31 (46,97%) eram do PT.

No 3º Congresso do Partido dos Trabalhadores (PT), ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”.

No 10º Encontro Nacional das Mulheres do PT realizado em Brasília nos dias 17 e 18 de maio de 2008, foi aprovada uma resolução propondo a instalação de uma Comissão de Ética para os parlamentares antiabortistas, com “orientação para expulsão daqueles que não acatarem e não respeitarem as resoluções partidárias relativas aos direitos e à autonomia das mulheres”.

No dia 11 de novembro de 2008, os deputados Luís Bassuma (PT/BA) e Henrique Afonso (PT/AC) receberam a notificação da Comissão de Ética do Diretório Nacional do Partido. Em 17 de setembro de 2009, ambos foram punidos. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto[1]. Esse foi o entendimento unânime do Diretório Nacional. Os dois tiveram seus direitos partidários suspensos: Luiz Bassuma por um ano e Henrique Afonso por 90 dias. Segundo a decisão, Bassuma será imediatamente substituído pela Bancada Federal na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). Quando a Henrique Afonso, ele não será reconduzido à mesma Comissão. Bassuma recebeu ainda a recomendação de retirar os projetos de lei de sua autoria “que contrariam a resolução do 3º Congresso” (aborto).


Como entender a punição dos dois deputados

A presença de políticos antiaborto dentro do PT sempre foi muito importante. Não para a causa pró-vida, mas para a causa abortista. O Partido permitia que eles fizessem algum discurso em defesa da vida e até, em certos casos, que votassem contra o aborto. Mas impunha como condição que a atuação deles fosse periférica, superficial, de modo a não impedir a aprovação de um projeto pró-aborto nem a rejeição de um projeto pró-vida.

Assim, o PT permitiu que Hélio Bicudo (PT/SP) em 23/04/1996, votasse a favor da PEC 25A/95, que pretendia incluir em nossa Constituição o direito à vida “desde a sua concepção”. Seu voto foi um entre 32 que votaram “sim” contra 356 que votaram “não”. Como não havia perigo de que a proposta pró-vida fosse aprovada, o Partido não se importou com aquele voto dissidente.

O PT ainda permitiu que o mesmo Hélio Bicudo fizesse um solene discurso contra o aborto em 28/08/1997, quando estava para ser votado o PL 20/91. No entanto, misteriosamente ele se ausentou na hora da votação. Sua ausência foi decisiva para que o projeto abortista fosse aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

De maneira análoga, o PT permitiu que a deputada Ângela Guadagnin (PT/SP) em 6/3/2001 emitisse, como relatora, um parecer favorável ao PL 947/1999, que pretendia instituir o Dia do Nascituro. No entanto, ela estranhamente não compareceu no dia 25/04/2001, quando o projeto estava para ser votado. Sem a presença da relatora, não pôde haver votação. E assim, essa proposição pró-vida foi sendo protelada indefinidamente até ser arquivada.

Os petistas “pró-vida” sempre contribuíram para que se criasse a falsa idéia de que o PT não é um partido abortista. A presença deles interessava ao Partido, a fim de atrair os votos dos cristãos. Por que então Luiz Bassuma e Henrique Afonso foram punidos?

Porque eles foram longe demais. Bassuma ousou apresentar um projeto para revogar a não punição do aborto em caso de estupro (PL 5364/2005), desarquivou o “Estatuto do Nascituro” (PL 478/2007) e propôs a proibição do abortivo conhecido como “pílula do dia seguinte” (PL 1413/2007). Henrique Afonso atreveu-se a propor a sustação da aplicação da Norma Técnica do aborto no SUS (PDC 42/2007).

A decisão do Diretório Nacional deixou claro que dentro do PT só se admite uma militância pró-vida do tipo “faz-de-conta”. Tudo o que ultrapassa a mera ficção e põe em risco a causa abortista do Partido deve ser punido.


E o respeito à consciência?

O respeito à consciência dentro do PT é algo excepcional, como se vê no artigo 13, XV do seu Estatuto: “São direitos do filiado: ... excepcionalmente, ser dispensado do cumprimento de decisão coletiva, diante de graves objeções de natureza ética, filosófica ou religiosa, ou de foro íntimo, por decisão da Comissão Executiva do Diretório correspondente, ou, no caso de parlamentar, por decisão conjunta com a respectiva bancada, precedida de debate amplo e público”.

A consciência de cada filiado fica portanto submetida à decisão do Partido. Se o PT não permitir, o filiado não pode agir segundo sua consciência.


Conclusão:

De tudo o que ocorreu, fica que evidente que um cristão não pode votar no PT e muito menos filiar-se a esse partido. Não se trata de uma questão de simples preferência partidária. Trata-se literalmente de uma questão de vida ou morte, ou seja, de defesa do direito humano fundamental à vida, em favor dos mais inocentes e indefesos. Um partido que faz todo o possível para que esse direito não seja reconhecido pelo Estado e não permite aos seus filiados que promovam eficazmente esse direito, não cumpre um requisito fundamental para poder ser votado, ao menos se existem outros partidos que defendam esse direito ou, pelo menos, deixem os seus filiados defendê-lo.

Não se trata de fazer política partidária, mas do dever de dar aos outros, a todo o povo, a necessária informação sobre radicais incompatibilidades de um partido político ou de um determinado político com as convicções mais fundamentais da ética cristã e mesmo natural. A história (de governos eleitos pelo povo, que desprezaram os direitos humanos fundamentais) não ensinou já o suficiente a responsabilidade de cada um pelo seu voto? Por isso, existe o dever de se informar e de informar os outros.

Roma, 3 de outubro de 2009

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

Telefax: 55+62+3321-0900 Caixa Postal 456 75024-970 Anápolis GO http://www.providaanapolis.org.br "Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"   

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Carta de D Antônio referente ao Dia do Nascituro 08 de outubro

DOM ANTONIO AUGUSTO DIAS DUARTE

Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro


Rio de Janeiro, 08 de outubro de 2009.


Dia do Nascituro


O caráter gratuito da vida humana, dom valioso para a pessoa humana e para a humanidade inteira, está reclamando o seu reconhecimento devido por todos os povos do planeta.

A mídia mundial tem registrado nos diversos continentes, independentemente das condições econômicas e sociais, o florescimento de uma cultura de valorização da vida em todos os seus aspectos. Uma nova consciência ecológica ver surgindo no mundo, despertando as nações para a urgente necessidade de preservação da natureza, e graças à visão de futuro de muita gente várias medidas vem sendo tomadas e merecem ser conhecidas e difundidas, como, de fato, vem fazendo a televisão, o cinema, a internet e os jornais.

O Dia do Nascituro é uma das datas anualmente celebrada e que emerge desses homens e mulheres de visão aberta e otimista, e aqui na Cidade Maravilhosa, essa comemoração demonstra a presença de uma consciência mais madura a respeito do significado da vida humana e da sua defesa corajosa.

Quem considerar a vida do embrião, do feto, do bebê, da criança, do adolescente, do adulto, do idoso e do doente incurável ou terminal – todas essas etapas vitais sem maiores especificações a não ser a vida humana gratuita, dom de Deus – saberá assumir a única atitude positiva e socialmente eficaz: valorizar de forma singular todos os momentos pelos quais a pessoa humana, especialmente aqueles onde ela vive frágil e indefensa.

Conclamo a todos os que tiverem conhecimento dessa mensagem a viverem o Dia do Nascituro como uma Jornada de gratidão e de alegria porque vivem, porque tem saúde, porque são capazes de andar, de ver, de escutar, de falar, de sorrir, de sentir, de dialogar, de comer.

Quantas pessoas ao nosso lado não tem essas capacidades e o que é mais grave e doloroso, a quantos milhões de seres humanos, nas suas distintas etapas da vida, lhes foram negadas essas vivências singulares e preciosas.

Embriões congelados; abortos impiedosos; substâncias anticoncepcionais; preservativos; eutanásia; ineficazes políticas sociais, de educação e de saúde que atrofiam o ser humano, quando não o matam; violência urbana; alcoolismo; drogas; sexo desenfreado; carência e/ou abundância de bens materiais... e outros tantos atentados contra a vida, financiados e legitimados, vão contra este florescimento de uma cultura da vida, que parte da certeza de que ela é o maior dom gratuito recebido de Deus.

Agradecer e alegrar-nos, defender e promover, amar e respeitar a pessoa viva; acolher e investir na pessoa com deficiências de todo o tipo; afirmar e difundir o valor e a inviolabilidade da vida humana desde a sua concepção até a sua morte natural; ser autores dessa viragem cultural a favor da vida, especialmente as mulheres, pois elas são as maiores interessadas na verdadeira ecologia humana, as principais defensoras de um feminismo sem imitações nem competições. Todas essas atitudes resumem as respostas que o Dia do Nascituro pode dar àqueles e àquelas que pretendem converter o ser humano num produto descartável.

A família brasileira, por tradição cultural e por experiência secular, rejeita todos os atentados contra a vida das mulheres e dos seus filhos.

O povo brasileiro é um povo de paz e não de guerra, está a favor da vida, pois sabe que ser brasileiro é ser um patrimônio para o nosso país e para os países que acolhem brasileiros(as) que neles vão estudar e viver.

Os cariocas vivem sob os braços do Cristo Redentor, estátua que simboliza o único Amor da Vida, Aquele que transmitiu para a humanidade inteira a mensagem da alegria que se experimenta no nascimento de qualquer criança.

Que dessa Cidade Maravilhosa se ouça a eloquente frase de Jesus Cristo: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (Jo 10,10)


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Dom Antônio Augusto Dias Duarte

Mensagem CNBB sobre Dia do Nascituro 08 de Outubro

Declaração da CNBB sobre o DIA NACIONAL PELA VIDA - Novembro/1999
"O dia pela vida" já é celebrado em muitos países do mundo. A CNBB em reunião do Conselho Permanente, em novembro de 1999, oficializou o dia 08 de outubro como o "DIA NACIONAL PELA VIDA". Esta data foi escolhida por estar na semana da criança, comemorada em todo o país.
A carta magna sobre a vida é a encíclica de João Paulo II "Evangelium Vitae" (EV). O papa, neste texto, enaltece a vida, como o dom dos dons que recebemos de Deus. Infelizmente, como enfatizou, vivemos em um mundo que parece incentivar mais a cultura da morte. "Estamos plenamente conscientes, diz o papa, de que nos encontramos perante um combate gigantesco e dramático entre o mal e o bem, a morte e a vida, a "cultura da morte" e a "cultura da vida". Encontramo-nos não só "diante" mas necessariamente no "meio" de tal conflito: todos estamos implicados e tomamos parte nele, com a responsabilidade iniludível de decidir incondicionalmente a favor da vida" (EV 28). Neste contexto, o papa fala, não só dos atentados diretos à vida como o aborto, a eutanásia, os homicídios e os genocídios que, acontecem nas guerras, limpezas étnicas, chacinas, e outros, mas de outros verdadeiros genocídios lentos, não menos cruéis, provocados pela desnutrição, fome, miséria, enfermidades facilmente superáveis, a violência institucionalizada pelo narcotráfico, trabalho infantil, comércio de criança e mulheres, entre outros.
O Banco Mundial, em seu recente relatório, publicado no dia 12 de setembro último, sobre o "desenvolvimento mundial e o combate à pobreza" relata alguns resultados que denunciam a "cultura de morte" em que vivemos. No decênio 1980-1990, a pobreza no mundo não foi combatida, mas, estimulada. Diz o relatório que 2.800 bilhões de pessoas no mundo, quase a metade da população mundial, vivem com renda menor que 2 dólares diários, dos quais 1,2 bilhão (22% dos habitantes da terra) vivem com renda menor que 1 dólar diário. Na América Latina, 15% de sua população vivem, ainda, em estado de pobreza absoluta.
A Campanha da Fraternidade deste ano, ecumênica, postula dignidade e paz para todos, num novo milênio sem exclusões sociais. A exclusão social faz parte de um mundo onde o econômico prevalece sobre o social. A lógica do mercado é diferente da lógica do evangelho. A vida humana não é uma mercadoria, descartável. O corpo humano não é puro instrumento da produção e do prazer. Diz o Papa: "A vida humana é sagrada, porque, desde a sua origem, supõe a ação criadora de Deus e mantém-se sempre numa relação especial com o criador, seu único fim" (EV 53). A vida humana possui, portanto, um caráter sagrado e inviolável" (EV 22).
O recente Plebiscito sobre a "Vida acima da dívida", participado por mais de 6 milhões de brasileiros, foi quase unânime em pedir uma auditoria sobre a dívida externa, aliás exigência da Constituição de 1988. O papa, neste ano jubilar, faz veemente apelo em favor do perdão das dívidas dos países pobres e da globalização da solidariedade.
Estamos no ano jubilar do nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele resumiu sua vida nesta frase lapidar: "Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância" (Jo 10,10). Jesus pede vida em abundância para todos e não só para parte dos seres humanos.
Aproveitamos o dia 08 de outubro, "Dia Nacional pela vida", para meditar sobre o grande dom, não só da nossa própria vida, mas da vida de todos os nossos irmãos, especialmente os mais marginalizados e excluídos socialmente.
Dom Aloysio José Penna
Setor Família e Vida da CNBB

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Semana da vida

Igreja celebra Semana Nacional da Vida
em 30/09/2009 10:27:19

Com o tema “Amor e Vida”, a Igreja no Brasil realiza, entre os dias 1 e 7 de outubro, a Semana Nacional da Vida, cujo objetivo é celebrar a vida da pessoa humana, desde seu nascimento até a morte natural. A comemoração termina no dia 8, com a celebração do Dia do Nascituro.
Instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 2005, a Semana é coordenada pela Comissão Episcopal para a Vida e Família e pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar.
A Semana é também fruto da Declaração sobre Exigências Éticas em Defesa da Vida, que nasceu durante a 43ª Assembleia Geral dos Bispos e conclama toda a Igreja a refletir, em profundidade, através de celebrações, cursos, encontros e seminários sobre temas de bioética e a se manifestar, sem que necessário, sobre o valor da vida em todas as suas dimensões.
De acordo com as Comissões, o objetivo do evento é criar um espaço para anunciar, debater e esclarecer as pessoas sobre a grandeza e o valor da vida.
Durante os sete dias, as dioceses são convidadas a desenvolver atividades em favor da vida. Como sugestões para discutir a temática desse ano, bem como vivenciá-la com os fiéis, estão: fazer orações habituais em cada comunidade cristã, em grupos e em família; instituir na comunidade um dia por mês para celebrar o Dia de Oração pela Vida; promover encontros de casais, pais e filhos, namorados e noivos; visitar asilos, orfanatos e maternidades, entre outros.

Dia do Nascituro

No dia 8 de outubro a Igreja celebra o Dia do Nascituro. O objetivo é dar destaque à sua importância como ser humano já concebido que se encontra no ventre materno, que, por conseguinte, ainda não veio à luz. “É por isso que este ser humano possui o direito de ser respeitado na sua integridade e dignidade como a de qualquer pessoa já nascida”, lembra as Comissões

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

atenção votação enquete senado

Vote SIM ao ensino religioso facultativo (enquete do Senado Federal)
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0
O Brasil não é nem pode ser um país ateu.
Os votos só serão computados até o final deste mês de setembro.

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Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"
PERIGO IMINENTE DE UM MINISTRO PRÓ-ABORTO SER COLOCADO NO STF

Para ocupar o lugar deixado pelo Ministro Menezes Direito, falecido em 1º de setembro, que era contrário à destruição de embriões humanos, o presidente Lula nomeou José Antônio Dias Toffoli. Quem é ele? Nada menos do que o atual advogado geral da União, portanto comprometido com as causas do governo atual, entre as quais o aborto e o "casamento" de pessoas do mesmo sexo.

Toffoli não tem pós-graduação em Direito e, além disso, foi reprovado duas vezes em concursos para a magistratura. Além disso, sofre dois processos por malversação de verbas públicas, tendo sido, em um deles, recentemente condenado a devolver R$ 700 mil ao governo do estado do Amapá.
Evidentemente ele não preenche os requisitos da Constituição para compor o Supremo Tribunal Federal: "notável saber jurídico e reputação ilibada" (art. 101, caput, CF).

Mas o fato de Toffoli ser um petista militante, de ter atuado durante muitos anos como advogado do PT e de agora ocupar a Advocacia Geral da União torna seu nome totalmente contra-indicado para ocupar um lugar na Suprema Corte. Tais vínculos comprometem a independência do Poder Judiciário (cf. art. 2º, CF). Com sua nomeação, corre-se o risco de o Supremo Tribunal Federal tornar-se submisso aos interesses e à ideologia do governo.

Nem tudo ainda está perdido

De acordo com a Constituição Federal, "os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal" (art. 101, parágrafo único, CF). A nomeação de Lula, portanto, não é a última palavra. Toffoli precisa ser submetido ao Senado e obter a aprovação não da maioria simples, mas da maioria absoluta dos senadores. Como o Senado é composto de 81 senadores, Toffoli precisa de 41 votos para ocupar a cadeira no STF.

"Compete privativamente ao Senado Federal, aprovar previamente, por voto secreto, após arguição pública, a escolha de Magistrados, nos casos estabelecidos nesta Constituição" (art. 52, III, a, CF).

A arguição pública (ou "sabatina") de Toffoli ocorrerá no dia 30 de setembro, quarta-feira. a partir das 10 horas.

Podemos e devemos pedir aos senadores que rejeitem o nome de José Antônio Dias Toffoli para Ministro do Supremo Tribunal Federal.
O pedido pode ser feito de duas maneiras, ambas gratuitas: pelo "Alô Senado" e pelo sítio do Senado Federal.

Lembre-se de que sua manifestação poderá decidir o destino do Brasil quanto à defesa da vida e da família.


MANIFESTE-SE USANDO O "ALÔ SENADO"

O procedimento é simples e gratuito. Primeiro, tenha em mãos o número de seu CEP. Depois disque gratuitamente 0800 612211 e diga a palavra "Mensagem". A telefonista do "Alô Senado" atenderá perguntando o seu nome. Perguntará se é a primeira vez que você liga para o "Alô Senado". Depois, ela perguntará o número do seu CEP, a fim de fazer sua ficha, para novas ligações. Feita sua ficha, ela anotará sua mensagem, que pode ser, por exemplo:

Quero que os senadores votem contra a indicação de João Antônio Dias Toffoli para Ministro do Supremo Tribunal Federal.

Depois de ter anotado com atenção sua mensagem, a telefonista perguntará a quem você quer enviar a mensagem.

Você pode responder: a todos os senadores.

E ainda poderá acrescentar: Quero que os senadores de meu Estado usem a tribuna para protestar contra a indicação de Toffoli para Ministro do Supremo Tribunal Federal.

É fácil e é grátis. Ligue e ensine outros a ligar. Coragem!


MANIFESTE-SE USANDO O SÍTIO DO SENADO FEDERAL

Você pode também ir até o sítio do Senado para se manifestar.
Navegue até http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado
Preencher o campo "Remeter para" com "Comissão e Liderança"
Preencher o campo "Destinatário" com "Todos os Senadores".
Clique em "Solicitação"
Preencha os campos "Remente", "E-mail", "Telefone", "Cidade" e "UF" (obrigatórios)
Escreva a mensagem no campo "Sua mensagem". Pode ser, por exemplo:

Quero que os senadores votem contra a indicação de João Antônio Dias Toffoli para Ministro do Supremo Tribunal Federal.


Preencha os dados pessoais marcados com asterisco.
Clique em Enviar.



--  Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz Presidente do Pró-Vida de Anápolis Telefax: 55+62+3321-0900 Caixa Postal 456 75024-970 Anápolis GO http://www.providaanapolis.org.br "Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"  

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

CNBB Declaração sobre expulsão parlamentares PT

Declaração sobre o direito à objeção de Consciência


“A consciência é o núcleo secretíssimo e o sacrário do homem, onde ele


está sozinho com Deus e onde ressoa sua voz” (Gaudium et Spes 16).



Em nome dos Bispos do Conselho Episcopal de Pastoral da CNBB, reunidos em Brasília, nos dias 22 a 24 de setembro de 2009, desejamos expressamos nossa solidariedade a todas as pessoas que se empenham na defesa e promoção da vida humana em todas as fases de seu desenvolvimento, sobretudo, daqueles seres sem nenhuma possibilidade de defesa.


Em nossa sociedade, marcada por tantas e tão contrastantes concepções acerca do ser humano e de sua dignidade, todos os que se propõem a assumir o compromisso de promover a justiça e defender a vida, certamente, enfrentarão muitas resistências e objeções. Movidos pelos ideais cristãos e empenhados na nobre e grave causa da defesa da vida, não nos é permitido ceder a qualquer tipo de pressão ou arrefecer nosso ânimo frente às dificuldades que continuamente enfrentamos.


É direito de toda pessoa manifestar sua objeção de consciência frente a tudo o que contraria as exigências da ordem moral, os princípios e valores éticos e a fé professada, de modo que ninguém, por tal motivo, possa ser punido ou forçado a agir de modo contrário àquilo que a consciência o move a fazer. Em certas ocasiões, com destemida firmeza, é necessário dizer: “É preciso obedecer antes a Deus que aos homens” (At 5,29).


Brasília – DF, 24 de setembro de 2009



Dom Geraldo Lyrio Rocha


Presidente da CNBB


Arcebispo de Mariana



Dom Luiz Soares Vieira


Arcebispo de Manaus


Vice-Presidente da CNBB



Dom Dimas Lara Barbosa


Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro


Secretário Geral da CNBB